terça-feira, 27 de outubro de 2020

Herança cultural do Estado de Mato Grosso do Sul e a Formação da população sulmatogrossense _ História

 

Herança cultural do Estado de Mato Grosso do Sul e a Formação da população sul-matogrossense.

 

            Todas as pessoas possuem cultura, pois consideramos como cultura, a maneira de sentir, de pensar e de agir em um grupo social.

            A cultura é formada por todo o conjunto de conhecimento aprendidos e transmitidos de geração a geração em uma sociedade, onde as pessoas compartilham dos elementos culturais do seu grupo, que são:

ü  O idioma;

ü  As regras sociais de comportamento;

ü  A forma de organização política;

ü  A forma de produção de riquezas;

ü  As crenças e religião;

ü  As tradições, os hábitos e os costumes;

ü  As manifestações artísticas;

ü  O conhecimento científico e tecnológico;

ü  O modo de se vestir;

ü  A culinária;

ü  As manifestações folclóricas.

            Todo grupo social tem sua própria cultura e para entender os costumes de um grupo social, necessitamos conhecer a cultura ao qual pertencem e dentre as diferentes culturas.

            A população brasileira, assim como a do Mato Grosso do Sul, foi formada pela fusão de três grandes grupos étnicos: os índios, os brancos e os negros. A mistura desses povos ocorreu por meio da interação de suas culturas. Por essa razão dizemos que o povo brasileiro é miscigenado.

 

Com a cultura dos índios aprendemos:

ü  Tomar banho diariamente;

ü  Dormir em redes;

ü  Usar canoas e jangadas;

ü  Cultivar o milho, a mandioca, o amendoim, o inhame, o guaraná;

ü  Utilizar vasilhas de barro;

ü  Alimentar-se de mamão, caju, cacau, palmito e castanha-do-pará;

ü  Usar instrumentos musicais como flauta e chocalho;

ü  Fabricar cestos com fibras vegetais e cerâmica;

ü  Utilizar a flora medicinal;

ü  Conhecer as lendas e mitos indígenas, como o Curupira, o Boitatá e tantos outros;

ü  Utilizar as palavras como: jacá, tapera, taquara, catapora, pereba, beiju, paçoca, guaraná, pamonha, pipoca, urucum, tapioca, caatinga, biboca, capoeira, jururu.

 

Com a cultura dos brancos aprendemos:

ü  A língua portuguesa;

ü  A religião católica e as festas religiosas;

ü  O artesanato em rendas e bordados;

ü  A comer goiaba, bananada, marmelada, ovos, bacalhoada, azeite, cebola e azeitona;

ü  A literatura de cordel;

ü  As brincadeiras de roda, danças populares e montagem de presépios;

ü  A construção de casas com grandes quintais, hortas e pomares;

ü  O traçado das cidades e a arquitetura das igrejas;

ü  A organização do ensino escolar.

 

Com a cultura dos negros aprendemos:

ü  A dança e a música da capoeira, o samba e o batuque;

ü  Os instrumentos musicais berimbau, tamborim e agogô;

ü  As palavras banguela, caçamba, cachaça, capanga, mandinga, marimbondo, moleque, quitanda, tanga.

ü  A alimentação do vatapá, munguzá, pé de moleque e o leite de coco;

ü   As crenças e cerimônias religiosas de umbanda e candomblé.

            A presença dos migrantes e dos imigrantes também influenciaram na cultura do Mato Grosso do Sul.

Com a cultura dos migrantes catarinenses e paranaenses aprendemos:

ü  A alimentação do pão caseiro, cuca, o churrasco e o charque;

ü  A tomar chimarrão;

ü  A dança do xote e vanerão;

ü  O uso da bombacha, do pala e do lenço;

ü  O uso do arreio e do pelego na montaria do cavalo.

 

Com a cultura dos migrantes mineiros aprendemos:

ü  A alimentação do pão de queijo, feijão tropeiro, leitão pururuca, as compotas de doces e o doce de leite.

Com a cultura dos migrantes nordestinos aprendemos:

ü  Os ritmos musicais e as danças xote, baião e forró;

ü  A alimentação da carne seca ao sol, a rapadura, a farinha de mandioca, o sarapatel e o pirão de peixe.

Com a cultura dos migrantes cariocas aprendemos:

ü  A alimentação da feijoada.

Com a cultura dos migrantes paulistas aprendemos:

ü  A alimentação do café.

Com a cultura dos imigrantes do Japão aprendemos:

ü  O cultivo de hortaliças e frutas;

ü  A alimentação do sashimi (peixe cru), sukiaki (carne vermelha cozida com verduras), shoyu (molho de soja), o broto de bambu e o tofu (queijo de soja).

Com a cultura dos imigrantes do Paraguai aprendemos:

ü  A dança e a música da polca paraguaia;

ü  O jogo de baralho truco;

ü  A tomar tereré servido em guampas;

ü  A alimentação da chipa de forma oval e arredondada, sopa paraguaia e a mandioca com carne.

Sistema Respiratório - Ciências




 

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Atividade (8) de Matemática

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Atividade (8) de Ciências

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Atividade (8) de História

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Atividades de Geografia (8)

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RECADO AOS ALUNOS: 4º BIMESTRE


 

Texto reflexivo


 

Uso do porque, por que, porquê, por quê


 

Atividades econômicas do Mato Grosso do Sul.

 Atividades econômicas do Mato Grosso do Sul.

As atividades econômicas do Mato Grosso do Sul abrange o extrativismo mineral e vegetal, a agropecuária, o trabalho e a indústria, o comércio, o transporte, a comunicação, o êxodo rural e a reforma agrária. Estas atividades econômicas, são divididas em três setores: primário, secundário e terciário.

            O setor primário abrange, em nosso estado, principalmente a agricultura, a pecuária, a avicultura, a psicultura e o extrativismo. O extrativismo engloba a caça (que agora é proibida por lei), a pesca, a extração de madeira, erva-mate, carvão vegetal e minérios, como o manganês e o calcário.

O setor secundário abrange a indústria extrativa e a indústria de transformação. Inclui também a construção civil.

            O setor terciário abrange o comércio, o turismo, os transportes, as comunicações, a educação, os serviços de saúde e todo tipo de prestação de serviços, como restaurantes, hotéis, propagandas, armazenagem e ainda atividades mercantis de apoio, como bancos e lotéricas. As atividades exercidas por profissionais liberais também estão incluídas no setor terciário.

Atividades extrativas e degradação do solo do Mato Grosso do Sul.

 Atividades extrativas e degradação do solo do Mato Grosso do Sul.

O extrativismo é a atividade mais antiga praticada pela humanidade. Consiste na coleta de produtos naturais de origem animal, vegetal e mineral, que podem ser consumidos in natura ou são utilizados como matéria-prima nas indústrias de transformação.

A atividade extrativista, quando realizada de forma clandestina e indiscriminada, causa grandes danos à natureza, e pode até levar à extinção de determinadas espécies vegetais e animais, como a extração indiscriminada da madeira.

Extrativismo vegetal: por vários séculos o extrativismo da mata nativa concentrou-se na extração da madeira, realizada de forma indiscriminada no passado. Atualmente, deve-se obedecer as normas da legislação, para garantir a conservação dos ecossistemas mesmo fazendo uso dos recursos naturais, porém, muitas carvoarias, instaladas no estado, cometem crime ambiental ao fazer o desmatamento sem autorização legal da madeira para a produção do carvão vegetal, contribuindo para o desequilíbrio ambiental. O trabalho nas carvoarias é pesado e desumano e muitas delas empregam crianças, mesmo sabendo que é proibido utilizar o trabalho infantil.

O desmatamento também ocorre para fornecer matéria-prima para as indústrias de fabricação da celulose e papel na região leste do estado.

No Pantanal, a espécie de maior aproveitamento é o quebracho, do qual se extrai o tanino, utilizado no curtimento do couro. A erva-mate também foi fonte de riqueza para o extrativismo do estado e produto de exportação por um longo período.

Extrativismo animal: o estado possui fauna muito rica e diversificada, e por isso tem atraído muitos caçadores, embora o extrativismo animal representado pela caça não tenha expressão comercial oficializada, assim muitas das atividades de caça são ilegais e consideradas predatórias. Um exemplo é a matança indiscriminada de jacarés, aves como a garça, animais como lontras, ariranhas, que ocasionam o desequilíbrio ambiental e até mesmo a extinção de algumas espécies.

Flora e fauna do Mato Grosso do Sul.

 

Flora e fauna do Mato Grosso do Sul.

O estado de Mato Grosso do Sul abrange três ecossistemas: Cerrado, o Pantanal Mato-Grossense e floresta tropical.

Cerrado se caracteriza por árvores baixas e arbustos de galhos retorcidos. A fauna é diversificada, incluindo lobos-guará, emas, seriemas, gaviões, urubus-reis e tatus-canastra entre muitas outras espécies.

No Pantanal, a vegetação também é bastante variada, com árvores como o ipê, a aroeira e a figueira. Ali vivem muitas espécies de pássaros. Há jacarés, cobras, ariranhas, macacos-prego, onças-pintadas e emas, além de muitos outros animais.

Para proteger e preservar o ecossistema do Pantanal, em 1981 foi criado o Parque Nacional do Pantanal Mato-Grossense.

A floresta tropical é formada principalmente por árvores de grande porte. Nela vivem muitas espécies de 

Exemplos de espécies animais da fauna do estado do Mato Grosso do Sul: Tuiuiú (ave-símbolo do estado do MS), Ema, Seriema, Urubu-rei, Lobo-guará, Tatu-canastra, Macaco-prego, Onça-pintada, Jacaré, Ariranha, Jaguatirica, Tucano, Arara-azul-grande, Caboclinho-do-sertão (pássaro), Codorna-buraqueira, Onça-parda, Rato-de-espinho, Gato-maracajá, Gato-palheiro, Cachorro-vinagre, Cervo-do-pantanal, Tamanduá-bandeira, Jaguatirica, Lontra, Cutia.

Exemplos de espécies vegetais da flora do estado do Mato Grosso do Sul: Ipê, Erva-de-santa-luzia, Buriti, Carandá, Aroeira-piúva, Figueira, Jenipapo, Ingazeiro, Tucum, Embaúba, Pau-de-novato, Mandacaru, Angico, Orquídeas, Palmeiras, Piúva, Vitória-régia, Aguapé, Salvínia,

Condições climáticas e agricultura do Mato Grosso do Sul.

 

Condições climáticas e agricultura do Mato Grosso do Sul.

 

O clima contribui para a formação da vegetação e influi na ocupação do espaço pelo homem e nas atividades que podem ser desenvolvidas em cada lugar.

Em Mato Grosso do Sul, o clima é tropical. Existem, praticamente, duas estações durante o ano: uma estação seca e fria, nos meses de inverno e primavera, e outra, chuvosa e quente, nos meses de verão e outono. A região mais fria fica no sul do Estado.

Em Mato Grosso do Sul há regiões de planícies, ou seja, superfícies planas. Em nosso Estado destaca-se a imensa planície do Pantanal mato-grossense, e caracteriza-se por apresentar feições planas onde encontra-se pequenas áreas elevadas, os maciços, que variam de 100m a 300m. Por causa disso, ocorrem, nas épocas de chuvas, grandes enchentes dos rios da região.

Existem as Cordilheiras – partes mais altas da planície, que são isentas das inundações periódicas, nestas áreas, estão as sedes das fazendas e na época das cheias o gado bovino é levado para esta área, para escapar das águas.

No meio do pantanal aparecem maciços de Urucum e Amolar.

Situa-se ao sul da cidade de Corumbá, o ponto culminante do maciço é o Morro Grande com 1.160 m de altitude.

Existem também os planaltos, ou seja, terras planas e altas localizadas na parte leste do Estado. Temos também áreas serranas, onde se destacam as serras de Amambai (extremo sul do estado), das Araras, Bodoquena e de Maracajú. A serra da Bodoquena fica ao sul do Pantanal e a de Maracaju corta o Estado de norte a sul.

Solos de Mato Grosso do Sul -  latossolo ou terra roxa – são solos muito férteis, predominam na serra de Maracaju, Rio Brilhante e Dourados.

Hidrografia DO MATO GROSSO DO SUL

 

Hidrografia é um dos ramos da geografia física que estuda as águas da superfície da Terra, abrangendo rios, oceanos, lagos, mares, geleiras e etc.

Os hidrógrafos são os profissionais que se estudam a hidrografia do planeta, analisam e catalogam as águas navegáveis de todo o mundo, elaborando cartas e mapas que mostram em detalhes a formação dos canais, a profundidade das águas e a localização dos canais, bancos de areia, correntes marítimas, etc. Os hidrógrafos também são responsáveis por estudar a influência dos ventos no ritmo das águas e das marés.

O Estado de Mato Grosso do Sul é banhado por rios muito importantes. Esses rios pertencem às bacias do Paraná e do Paraguai.

Denomina-se bacia hidrográfica o conjunto de rios de uma região.

    Após a junção dos rios Paranaíba e Grande, na região de Aparecida do Taboado é formado o rio Paraná que apresenta características de rio de planalto (rios que correm em regiões acidentadas e que são pouco navegáveis); suas quedas d’água são aproveitáveis para usinas hidrelétricas. Encontra-se nele instaladas as usinas de Jupiá e Ilha Solteira, que formam o Complexo de Urubupungá, e a usina de Porto Primavera, próximo a Bataguassu.

  O rio Paraná separa o Estado de Mato Grosso do Sul dos Estados de São Paulo e Paraná. Seus afluentes são: Aporé, Sucuriú, Verde, Pardo, Inhanduí, Ivinhema, Amambaí e Iguatemi. No rio Pardo está a hidrelétrica de Mimoso. Além disso, possui também trechos navegáveis.

 Principais portos do rio Paraná no estado de MS – 15 de Novembro e Porto Primavera.

 O rio Paraguai nasce no Estado de Mato Grosso, ao sul da Chapada dos Parecis e deságua no rio Paraná em território argentino. Ele atravessa as terras do Pantanal mato-grossense. É o rio mais extenso de Mato Grosso do Sul. Este rio era até o início deste século, a principal via de acesso ao interior do Mato Grosso, deixando de ocupar esta posição, com a chega da ferrovia a partir de 1914.

 O rio Paraguai é um rio de planície. Por este motivo, é navegável em grande parte do seu curso. Em suas margens existem vários portos fluviais: Corumbá, Porto Esperança, porto Murtinho e outros.

 Porto Esperança, Porto Murtinho e outros. Seus afluentes são: Taquari, Aquidauana, Miranda, Apa, Nioaque, Negro.

 O rio Paraguai, por ser um rio de planície, não serve para o aproveitamento hidrelétrico. 

Hidrografia DO MATO GROSSO DO SUL

 



Símbolos do Mato Grosso do Sul

 

Símbolos do Mato Grosso do Sul.

Fonte: http://sanderlei.com.br/PT/Ensino-Fundamental/Mato-Grosso-do-Sul-Historia-Geografia-06

 

Como os demais estados brasileiros, o Mato Grosso do Sul também possui símbolos oficiais como: a bandeira, o escudo de armas e o hino.

A bandeira do estado do Mato Grosso do Sul, projetada por Mauro Miguel Munhoz, foi instituída em 1.o de janeiro de 1979.

Segundo seu idealizador, a estrela amarela colocada à direita com fundo azul representa a esperança e a riqueza do trabalho do povo. 

O triângulo verde constitui-se no desafio e a consciência para a preservação do verde e da natureza.      

A faixa branca representa a amizade entre os povos.



Escudo de armas

O escudo das armas ou brasão é um símbolo usado em documentos, como papéis de expediente das repartições públicas, e em edifícios públicos, como por exemplo, no quartel da Polícia Militar e na residência oficial do governador.

O brasão de armas do estado do Mato Grosso do Sul também foi instituído em 1.o de janeiro de 1979, por iniciativa de José Luiz de Moura Pereira. Nele, estão representados na parte superior um retângulo com uma estrela dourada, também representada na bandeira do estado, e que simboliza um estado nascente.

Abaixo, sobre o campo verde que ocupa os dois terços inferiores do escudo, há a figura de uma onça-pintada estilizada com a cabeça voltada para a direita e com aplicações em negro sugerindo “pintas”.

Circundando o escudo, uma bordadura em azul com bordaduras em prata, carregada com 55 (cinquenta e cinco) estrelas, igualmente de prata, representativas da totalidade dos municípios que compunham a unidade do novo estado, quando da sua criação.

Um ramo de café frutificado à esquerda e outro de erva-mate à direita representam dois produtos historicamente importantes para a região onde se localiza o estado.

O timbre com raios solares na parte superior, em forma de meio círculo, constituído de 8 (oito) raios de pontas bipartidas mais duas metades, limitado abaixo pela linha de horizonte representam o ouro, a justiça, a fé e as riquezas minerais do estado, e a faixa azul na parte inferior apresenta as inscrições: 11.10.1977 e Mato Grosso do Sul, em prata.



Os três poderes que governam o Brasil são: O Poder Executivo, Poder Legislativo e Poder Judiciário.

Os direitos e os deveres dos governantes e da população é determinada pelas Leis que regem o Brasil.

A função do poder legislativo é criar ou reformar as leis e fiscalizar o poder executivo.

A função do poder executivo é governar, implementar, ou executar, as leis e a agenda diária do governo ou do Estado.

A função do poder judiciário é julgar, de acordo com as leis criadas pelo Poder Legislativo. e de acordo com as regras constitucionais em determinado país.

O Congresso e Senado exercem as funções do Poder Legislativo do país.

O Prefeito exerce o Poder executivo do município.

O juiz exerce o Poder Judiciário do país.

O Governador exerce o Poder Executivo do Estado.


SISTEMA DIGESTÓRIO

 


SISTEMA DIGESTÓRIO

O tubo digestório apresenta as seguintes regiões: boca, faringe, esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso e ânus.

A boca é a primeira estrutura do sistema digestório e é o local onde a digestão começa. Os dentes e a língua preparam o alimento para a digestão, por meio da mastigação;

Os dentes reduzem os alimentos em pequenos pedaços, misturando-os à saliva.

A mastigação:

Caninos servem para despedaçar;

Molares servem para triturar e mastigar;

Incisivos servem para cortar.


Caminho do alimento:

            Quando a comida já está bem triturada, ela vira uma massa que é chamada de bolo alimentar, nessa etapa ela já está pronta para a deglutição. Então, entra no tubo do esôfago (que mede aproximadamente 25cm) e com o auxílio de músculos, o bolo alimentar é empurrador até o estômago. Chegando no estômago, um saco muscular em forma de bolo alimentar permanece por 3 a 4 horas, enquanto os carboidratos, proteínas e gorduras são quebradas pelas enzimas do suco gástrico.

            Quando está suficientemente líquido, vai para o intestino delgado, onde recebe fluídos do pâncreas e da vesícula biliar para finalizar a digestão. E em seguida é absorvido pela corrente sanguínea.

            Tudo o que não foi aproveitado na digestão, segue para um outro tubo, o intestino grosso, onde se acumulam para serem expulsas para o exterior do corpo em forma de fezes.

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Órgãos e sistemas do corpo humano - Atividades de cruzadinha

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Principais grupos sociais responsáveis pela criação do Mato Grosso do Sul - História

 

A insatisfação do Sul com a administração do estado de Mato Grosso e seu isolamento com relação a Cuiabá foram os fatores que motivaram os movimentos separatistas na criação do Mato Grosso do Sul, sendo que o aumento da população e o maior crescimento econômico da região que hoje é o Mato Grosso do Sul foi um fator determinante para que os movimentos separatistas ganhassem força para a efetivação da divisão do Estado de Mato Grosso.

O primeiro movimento separatista ocorreu no final da Monarquia e durante a implantação da República Velha, período em que começou a ocupação das terras que hoje, é o Mato Grosso do Sul com o término da Guerra do Paraguai, onde muitos ex combatentes brasileiros e paraguaios fixaram moradia nessas terras e muitos pecuaristas que haviam se refugiado em Cuiabá, voltaram para o Sul do Mato Grosso, havendo também, a corrente migratória dos gaúchos, vítimas de perseguições políticas durante a Revolução Federalista do Rio Grande do Sul.

Entretanto, a atuação abusiva da Empresa Mate Laranjeira, no período da década de 1880 foi a grande dificuldade econômica encontrada durante o povoamento do Sul do Mato Grosso, pois a Empresa Mate Laranjeira monopolizava a extração da erva mate, como apoio do governo do Estado do Mato Grosso. (monopolizar significa ter o monopólio, que é o controle exclusivo de uma atividade, atribuído a determinada empresa)

O primeiro governador do Mato Grosso foi o General Antônio Maria Coelho e os municípios mais prejudicados com o isolamento do Sul do Mato Grosso eram Paranaíba, Miranda, Nioaque e Coxim.

O gaúcho João Ferreira Mascarenhas liderou o primeiro movimento separatista do Mato Grosso, no ano de 1.900, sendo Nioaque o município considerado o berço da divisão do Mato Grosso. Este primeiro movimento separatista do Mato Grosso foi chamado de Revolução Jango Mascarenhas. Entretanto, a Revolução Jango Mascarenhas foi derrotada e o líder foi morto nas margens do Rio Taquarussú, em Nioaque, no ano de 1.901.

O segundo movimento separatista do Mato Grosso surgiu no ano de 1.907, no município de Bela Vista, liderado pelo fazendeiro Bento Xavier, o qual durou 4 anos, sendo derrotada em 1.911

O terceiro movimento separatista do Mato Grosso ocorreu na década de 1.910, no município de Campo Grande

No dia 11 de outubro do ano de 1.977, o Presidente da República Ernesto Geisel sancionou a Lei que dividiu o Estado do Mato Grosso, criando assim, o atual Estado do Mato Grosso do Sul.

 

Relevos - Geografia

 

Relevos

O relevo corresponde ao conjunto de formação apresentada pela litosfera. Essas formas são definidas pela estrutura geológica combinada com as ações da dinâmica interna e externa da Terra. A estrutura geológica diz respeito ao tipo de rocha – magmática, sedimentar ou metamórfica, bem como à idade que elas apresentam: mais antigas ou mais recentes. As características tais rochas estão condicionadas a ação dos fatores modificadores do relevo os chamados agentes de erosão.

 

Fatores do relevo

Os fatores internos são responsáveis pela elevação ou rebaixamento da superfície da crosta terrestre e os fatores externos, por sua vez, causam modificações nessa superfície.

Internos: tectonismo, vulcanismo e abalos sísmicos. Os fatores internos do relevo têm sua origem nas pressões que o magma exerce sobre a crosta terrestre. Essas pressões podem provocar vulcanismo e outros fenômenos chamados tectônicos, como a formação de dobras e fraturas e a criação montanhas.

            Tais fenômenos ocorrem com maior intensidade nas zonas de contato das placas tectônicas, que formam a crosta terrestre. Essas placas que compõem a litosfera, são encontradas tanto nos continentes quanto no mar. E a partir de rachaduras abertas na crosta terrestre pela força sua pressão que o magma se movimenta realiza seu trabalho de construção e destruição, ou seja, pratica a sua ação dinâmica.

Fatores externos: a erosão da superfície

Os fatores externos são as chuvas, a água corrente, o vento, o gelo, o calor, além da própria gravidade, que desgastam e modificam o relevo terrestre, tendendo a uniformizá-lo. Isso só não ocorre por causa da endodinâmica, isto é, a atuação dos fatores internos. Além disso, o desgaste das formas de relevo está associado à maior ou menor resistência da rocha à erosão. As rochas sedimentares, por exemplo, formadas por sedimentos originários de outras rochas, geralmente dispostos em camadas, são menos resistentes à erosão que as rochas magmáticas, originárias da solidificação do magma, e as metamórficas, que são rochas transformadas por variações de pressão e temperatura.

 

As formas de relevo

Dependendo da atuação de agentes internos e externos, o relevo pode apresentar diversas formas. As principais são: montanhas, planaltos, planícies e depressões.

 

Montanhas são aquelas regiões em que ainda hoje os processos internos superam os externos, ou seja, o surgimento é mais forte que a erosão. Os Andes, as Rochosas, os Alpes, o Himalaia ainda apresentam falhas, terremotos e vulcanismos, demonstrando a forte atuação dos agentes internos. É comum, no entanto, considerar montanhas aquelas áreas que, mesmo antigas, apresentam altitudes superiores a 300 metros.

 

Planaltos são superfícies elevadas, com ondulações suaves, delimitadas por escarpas que constituem declives e nos quais os processos de destruição superam os de construção. Entre os fatores externos, predominam os agentes de desgaste, e não os de sedimentação. Os planaltos típicos são de estrutura sedimentar, mas podem ser formados pelo surgimento de blocos magmáticos.

 

Planícies são superfícies que apresentaram pequenos movimentos na crosta, sendo quase completamente aplainadas. São delimitadas por aclives, e os processos de deposição superam os de desgaste. Podem ser classificadas em planícies costeiras, quando o agente de sedimentação é o mar; fluviais, quando um rio é responsável por sua formação: e planícies de origem lacustre, ou seja, formadas pela ação de um lago.

 

Nas depressões a altitude da superfície é mais baixa que as formas de relevo que as circundam. Classificam-se em depressões absolutas, quando estão abaixo do nível do mar, e relativas, quando estão acima. Em geral, as depressões relativas decorrem de intensos processos erosivos ocorridos nas bordas de planaltos. A região em que se encontra o mar Morto é um exemplo de depressão absoluta. Um vale em um planalto ou entre montanhas constitui uma depressão relativa de forma alongada.

 

Cada uma das formas de relevo pode receber denominações diferentes, conforme suas dimensões e particularidades morfológicas. Assim, por exemplo, uma pequena montanha é chamada, em geral, de morro; um alinhamento de montanhas de serra. Do mesmo modo, a depressão alongada, denominada vale, em geral contém um leito de um curso de água (provavelmente responsável pela erosão do terreno).

Relevo - Atividade de cruzadinha - Geografia

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Criação do Estado do Mato Grosso do Sul - Atividade de cruzadinha - História

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quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Órgãos e sistemas do corpo humano - Ciências

Órgãos e sistemas do corpo humano

            No corpo humano existem diversos órgãos e cada um deles desempenham uma ou mais funções específicas no corpo e a união desses órgão formam os sistemas, que são o conjunto dos órgãos relacionados, os quais trabalham juntos para desempenhar determinada função e permitem o bom funcionamento do corpo humano quando realizam suas funções de forma integrada

            Os pulmões tem a função de receber o gás oxigênio do ar e transportar para as células do corpo.

            Os intestinos tem a função de absorver os nutrientes e formar as fezes, que são eliminadas do corpo.

            O coração tem a função de bombear o sangue para o corpo e possui como componentes sanguíneos, os glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.

            Os glóbulos vermelhos são células responsáveis pelo transporte de gás oxigênio e gás carbônico por todo o corpo.

            Os glóbulos brancos são células que protegem nosso corpo contra vírus, bactérias e outros corpos estranhos.

            As plaquetas são pequenos fragmentos celulares que auxiliam na coagulação do sangue, evitando o sangramento.

            O fígado tem a função de produzir substâncias que auxiliam na digestão dos alimentos.

            O estômago tem a função de produzir substâncias que auxiliam na digestão dos alimentos.

            O sistema circulatório sanguíneo tem a função de bombear e transportar o sangue pelo corpo.

            O sistema urinário tem a função de contribuir na eliminação de resíduos do corpo e na manutenção da quantidade de água e sais no organismo.

            O sistema reprodutor é responsável pela reprodução de células reprodutoras.

            O sistema respiratório é responsável pela troca de gases entre o organismo e o ambiente.

            O sistema digestório é responsável pela digestão e pela absorção de nutrientes dos alimentos.

            O sistema nervoso é responsável pela coordenação dos órgãos do corpo.


sexta-feira, 10 de julho de 2020

M.M.C Mínimo Múltiplo Comum Parte 2

M.M.C Mínimo Múltiplo Comum Parte 1

Divisão com dividendo menor que o divisor

Divisão para iniciantes Parte 3

Divisão para iniciantes Parte 2

Divisão para iniciantes Parte 1

TABUADA DO 9

TABUADA DO 8 E DO 9 SUPER FÁCIL

TABUADA DO 5 E DO 6 SUPER FÁCIL

TABUADA DO 3 E DO 7 mp4

Sujeito e predicado

Sinais de pontuação Uso da vírgula

Uso das aspas

Sujeito e predicado Descomplica que aprende

TABUADA DO 9

TABUADA DO 3 E DO 7 mp4

Artigos e substantivos

ARTIGOS E SUBSTANTIVOS - LÍNGUA PORTUGUESA


Artigos e Substantivos


Artigos são palavras determinantes que vem sempre antes do substantivo e são classificados em artigos definidos e artigos indefinidos.
Artigos definidos: o, a, os, as.

Artigos indefinidos: um, uma, uns, umas
Substantivos são palavras que dão nome as pessoas, animais, coisas e lugares. Os substantivos complementam os artigos. (Exemplo: o homem, um lápis, uma mulher,...)
Substantivo comum: É aquele que dá nome aos seres, dentro de sua espécie, de modo geral. Geralmente é escrito com letra minúscula. (Exemplo: o gato, o queijo, a criança,...)
Substantivo próprio: É aquele que dá nome ao ser, dentro de sua espécie, de modo particular. É escrito com letra maiúscula. (Exemplo: o Chico, a Maria, Sidrolândia, Brasil,...)
Substantivo simples: É formado por apenas uma palavra. (Exemplo: estrela, mar, peixe, aquário, água,...)
Substantivo composto: É formado por duas ou mais palavras. (Exemplo: estrela do mar, beija flor, guarda chuva, girassol, peixe boi,...)
Gênero do substantivo: Os substantivos se dividem em gêneros, que são “masculino e feminino”
Substantivo masculino: São acompanhados pelos artigos o, os, um; uns. (Exemplo: o gato; uns cavalos,...)
Substantivo feminino: São acompanhados pelos artigos a, as, uma, umas.  (Exemplo: a patroa; umas meninas,...).
Substantivo Epiceno: quando só tem um gênero e para indicar o sexo acrescenta-se a palavra macho e fêmea. (Exemplo: o jacaré macho; o jacaré fêmea,...).
Substantivo sobrecomum: é usado para pessoas e tem só um gênero, que serve tanto Mara o masculino, quanto para o feminino. (Exemplo: Márcia será o guia da excursão; Pedro será o guia da excursão,...).
Substantivo comum de dois: quando é usado para o masculino e o feminino e está sempre acompanhado dos artigos o, a, os, as, um, uma, uns, umas. (Exemplo: o jornalista; a jornalista,...)
Substantivo primitivo: Quando dá origem a outros substantivos. (Exemplo: chuva,jornal, dente,...)
Substantivo derivado: São formados a partir de outros substantivos. (Exemplo: chuvinha, jornaleiro, dentista,...)



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