Em
um diálogo, os dois-pontos são usados para indicar que um
personagem vai falar e o travessão serve para indicar a fala de um
personagem.
1- Leia
a fábula:
O leão e o javali
Num dia muito quente, um
leão e um javali chegaram juntos a um poço. Estavam com muita sede e começaram
a discutir para ver quem beberia primeiro.
Nenhum cedia a vez ao outro. Já iam
atracar-se para brigar, quando leão olhou para cima e viu vários urubus voando.
_
Olhe lá! _ disse o leão.
_ Aqueles urubus estão com fome e esperam para ver qual de nós dois será
derrotado.
_ Então, é melhor fazermos as pazes,
respondeu o javali. Prefiro ser seu amigo a ser comida de urubus.
Moral da históra: Diante
de um perigo maior, é melhor esquecer as pequenas rivalidades.
(Ana Rosa Abreu e
outros. Alfabetização: livro do aluno. Brasília: Fundescola/SEF-MEC,
2000. p. 104, v. 2.)
1.1-
Pinte de azul o trecho em que o travessão
marca a interrupção do narrador.
1.2-
Pinte de verde o trecho em que o
travessão marca a fala de um personagem.
A palavra mas indica
uma oposição entre duas ideias. Pode ser substituída por palavras como porém,
contudo, todavia, entretanto.
A palavra mais transmite a ideia de intensidade ou quantidade.
É o
oposto de menos.
2.
Leia um trecho do conto A Galinha
Ruiva e complete-o com mas
ou mais
A
Galinha Ruiva
Todas as manhãs a Galinha Ruiva ia
ciscar com seus pintinhos. Como ainda eram muito pequenos para fazer isso
sozinhos, ela cavava o buraco mais fundo que podia, enquanto os filhotes
comiam o que ia aparecendo: uma larva aqui, uma raizinha ali, um caracol acolá.
Eles
ficavam no maior alvoroço quando surgia uma minhoca bem gordinha, mas a mãe ensinava que era preciso dividir o
alimento para ninguém passar vontade. Nada de só um pintinho sair correndo com
a minhoca no bico!
Certo
dia, estavam eles na maior festa cavoucando a terra, quando a Galinha Ruiva
encontrou um grão de milho. Era tão amarelinho e apetitoso que ela quase o
engoliu com uma única bicada, mas logo se lembrou da lição
que tinha ensinado aos pintinhos: dividir o alimento.
(Claudio Fragata. A
Galinha Ruiva. Elaborado especialmente para esta obra.)
3-Complete as frases com
mais ou mas.
a)
Ontem choveu mais do que na semana passada.
b)
Mário sempre gostou de cantar, mas fica tímido quando se apresenta em público.
c)
Quanto menos eu estudo, mais dúvidas eu tenho.
d)
Queria adotar um cachorro, mas moro em um apartamento pequeno.
e)
Garçom, traga mais um suco de laranja, por favor
f)
Quero beber suco, mas não quero comer nada.
g)
O hospital mais próximo fica a duas ruas daqui, mas o senhor vai pegar
trânsito.
4-Escreva as frases,
substituindo as palavras destacadas de acordo com a indicação entre parênteses.
a)
Hoje vou beber mais água
durante o dia. (antônimo)
Hoje
vou beber menos água durante o dia.
b)
Você até pode comer doces, mas
nunca exagere. (sinônimo)
Você
até pode comer doces, porém nunca
exagere.
c)
Gosto mais de andar de
bicicleta e menos de patins. (antônimo)
Gosto
menos de andar de bicicleta e mais de patins.
d)
O táxi veio, mas demorou.
(sinônimo)
O
táxi veio, contudo demorou.
e)
Gosto mais de
cachorro-quente do que de pizza. (antônimo)
Gosto
menos de cachorro-quente do
que de pizza.
f)
Estou com febre, mas já
fui ao médico. (sinônimo)
Estou
com febre, entretanto já fui ao médico.
3- A
piada a seguir foi escrita, de propósito, sem alguns sinais de pontuação, sem a
divisão em parágrafos e sem o uso de letras maiúsculas no início de frases.
Leia e reescreva a piada, fazendo a divisão em parágrafos e usando iniciais maiúsculas e pontuação quando
necessário.
Dica: A piada tem
quatro parágrafos.
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um
vampiro bebe muito sangue em uma festa e vai parar no hospital chegando lá,
é atendido por uma enfermeira, que pergunta tipo de sangue espantado, ele
responde eu aqui passando mal, e a senhora me oferece mais bebida |
Um vampiro
bebe muito sangue em uma festa e vai parar no hospital.
Chegando
lá, é atendido por uma enfermeira, que pergunta:
_ Tipo de
sangue?
Espantado,
ele responde: _ Eu aqui passando mal, e a senhora me oferece mais bebida.
(365 piadas para chorar de rir. São Paulo: Ciranda Cultural, 2018. p. 42.)



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